26 de setembro de 2011

Segunda Saudável: Caju

Fruto nativo do Brasil, o caju foi levado pelos portugueses do Brasil para a Ásia e a África. A mais antiga descrição escrita do fruto é de André Thevet, em 1558, comparado este a um ovo de pata. Posteriormente, Maurício de Nassau protegeu os cajueiros por decreto, e fez o seu doce, em compotas, chegar às melhores mesas da Europa.

O caju é muitas vezes tido como o fruto do cajueiro (Anacardium occidentale) quando, na verdade, trata-se de um pseudofruto.O que entendemos popularmente como "caju" se constitui de duas partes: o fruto propriamente dito, que é a castanha; e seu pedúnculo floral, o pseudofruto, um corpo piriforme, amarelo, rosado ou vermelho.

O pseudofruto e fruto (propriedades e beneficiamento)

Cajueiro frutificando no município de Cascavel, no Ceará, um dos grandes produtores de caju no estado.

O caju, o pseudofruto, é suculento e rico em vitamina C e ferro. Depois do beneficiamento do caju preparam-se sucos, mel, doces, passas, rapaduras. Como seu suco fermenta rapidamente, pode ser destilado para produzir uma aguardente o cauim. Dele também são fabricadas bebidas não alcoólicas, como a cajuína.

Muito antes do descobrimento do Brasil e antes da chegada dos portugueses, o caju já era alimento básico das populações autóctones. Por exemplo: os tremembé já fermentavam o suco do caju, o mocororó, que era e é bebido na cerimônia do Torém.

Existe uma variedade enorme de pratos feitos com o caju e com a castanha de caju.

De suas fibras (resíduo/bagaço), ricas em aminoácidos e vitaminas, misturadas com temperos, é feita a "carne de caju".

O fruto propriamente dito é duro e oleaginoso, mais conhecido como "castanha de caju", cuja semente é consumida depois do fruto ser assado, para remover a casca, ao natural, salgado ou assado com açúcar.

A extração da amêndoa da castanha de caju depois de seca, é um processo que exige tempo, método e mão-de-obra.

O método de extração da amêndoa da castanha de caju utilizado pelos indígenas era a sua torragem direta no fogo, para eliminar o "Líquido da Castanha de Caju" ou LCC; depois do esfriamento a quebra da casca para a retirar a amêndoa.

Com a industrialização este método possui mais etapas: lavagem e umidificação, cozimento, esfriamento, ruptura da casca, estufamento.

A amêndoa da castanha de caju é rica em fibras, proteínas, minerais (magnésio, ferro, cobre e zinco), vitamina K, vitamina PP, complexo B (menos a vitamina B12), carboidratos, fósforo, sódio e vários tipos de aminoácidos.

Castanha de caju

No entanto, a castanha de caju não possui quantidades relevantes de vitamina A, vitamina D e cálcio.Acredita-se que a castanha do caju contribua no combate às doenças cardíacas.A castanha-de-caju ainda verde (maturi) também pode ser usada nos pratos quentes.

A castanha possui uma casca dupla contendo a toxina Urushiol (também encontrada na hera venenosa), um alergênico que irrita a pele. Por isso a castanha deve ter sua casca removida através de um processo que causa dolorosas rachaduras nas mãos. A castanha também possui ácido anacárdico, potente contra bactérias gram-positivas como Staphylococcus aureus e Streptococcus mutans, que provoca cáries dentárias.

O "Líquido da Castanha de Caju" ou LCC, depois de beneficiado é utilizado em resinas; materiais de fricção; em lonas de freio e o outros produtos derivados; vernizes; detergentes industriais; inseticidas; fungicidas e até biodiesel.

Fonte: Wikipédia

Banda da semana...Capital Inicial!


As raízes do Capital Inicial estão no grupo punk Aborto Elétrico, formado no final dos anos 70 em Brasília pelos irmãos Fê (bateria) e Flávio Lemos e o vocalista e guitarrista Renato Russo. Apesar da sensação que provocou nos bares e festas da cidade, a banda durou pouco. Logo após o fim, Renato formou a Legião Urbana e os irmãos partiram para o Capital, projeto de sonoridade mais new wave e sofisticada que o Aborto.

Com Lôro Jones na guitarra e Dinho Ouro-Preto nos vocais - ambos recrutados entre o pessoal que curtia punk rock em Brasília, a Turma da Colina - o Capital Inicial começou a fazer shows em São Paulo e no Rio. Em 1984 a banda editou seu primeiro compacto, com as músicas "Descendo o Rio Nilo" e "Leve Desespero". Dois anos depois, o quarteto chegou ao primeiro LP, "Capital Inicia"l, que estourou as faixas "Música Urbana", "Fátima" e "Veraneio Vascaína" (as três do Aborto Elétrico).

O álbum foi um dos maiores sucessos de rádio daquele ano, e ganhou o Disco de Ouro com mais de 100 mil cópias vendidas. Seguiram-se os discos Independência, 1987, que contou com o novo integrante do grupo, o tecladista Bozo Barretti. No início dos anos 90, Dinho e de Bozo, o Capital Inicial chegou a gravar dois discos com o vocalista Murilo Lima, sem muito sucesso . Em 1998, Dinho se reencontra com os velhos amigos e a banda lança o álbum Atrás dos Olhos no qual optou por um som mais rock'n'roll, como o hit "O Mundo".

Em 2000, foi a vez de o Capital lançar o Acústico MTV, reunião de alguns dos seus maiores sucessos da carreira em novo formato, com a participação dos cantores Kiko Zambianchi e Zélia Duncan. Com esse lançamento, foi batido o recorde de vendagem da banda -- 250 mil cópias. Após a saída do guitarrista Lôro Jones, substituído por Yves Passarel, o Capital ainda lançou os discos Rosas e Vinho Tinto, em 2002 e Gigante, em 2004.

Lançam em 2005, CD e DVD MTV Especial: Aborto Elétrico com algumas das canções da banda lendária de Brasília. O álbum Eu Nunca Disse Adeus é lançado em 2007, com uma sonoridade diferente, tanto melódica quanto vocal, onde Dinho Ouro Preto faz uso de seu timbre grave, não abusando dos gritos que permearam os tres álbuns anteriores (Rosas e Vinho Tinto, Gigante e MTV Especial: Aborto Elétrico).

Em 2008, lança o álbum ao vivo Multishow ao Vivo: Capital Inicial em Brasília para comemorar os 25 anos da carreira. O disco foi gravado em Brasília, na Esplanada dos Ministérios, no dia 21 de abril, aniversário da cidade e que contou com mais de 1 milhão de pessoas na plateia.

No sábado do dia 31 de outubro de 2009, a banda estava fazendo um show em Patos de Minas, Minas Gerais, quando Dinho Ouro Preto teve uma queda de três metros de altura do palco, assustando seus fãs do Brasil. Dinho sofreu traumatismo craniano leve e uma fratura na costela; e após cinco dias de internação, o cantor voltou para a UTI por causa de uma infecção.

No dia 30 de dezembro, o vocalista Dinho saiu do hospital, depois de quase um mês internado. Após deixar o hospital Dinho e o integrantes da banda entraram em estúdio para a gravação do décimo quinto álbum do grupo Das Kapital, lançado no dia 2 de junho de 2010,o disco traz algumas canções que contam um pouco do drama vivido por Dinho.

Curtam agora Não Olhe Pra Trás...um dos seus maiores sucessos!

 

Grande abraço e até semana que vem. Não se esqueçam: Long Live, Rock´n Roll! \o/

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