29 de outubro de 2012

Segunda Saudável: Pêssego

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O pessegueiro é nativo da China, onde se encontra a maior diversidade dessa. O nome entretanto, é originário da Pérsia, que foi inicialmente e erroneamente, tomada como seu país de origem.

A cultura do pessegueiro data de, pelo menos, quatro mil anos. Falava-se sobre pêssego dois anos antes de sua introdução no mundo greco-romano. A pesquisa na literatura chinesa mostra que o pêssego era citado centenas de anos antes da era cristã. Poemas de Confucius (551-478 a.C.) mencionavam esta espécie frutífera e algumas outras. É interessante notar que os chineses atribuíam poderes miraculosos ao pêssego como, por exemplo, o de afastar os maus espíritos.

O pessegueiro veio para o Mediterrâneo, através da Pérsia. Aparentemente, esta espécie foi introduzida na cultura grega, 400 a 300 anos antes de Cristo, e na romana, no primeiro século d.C. Dentre os gregos, Theophrastus em 322 a.C. referia-se ao pêssego como uma fruta da Pérsia. Já dentre os romanos, Pliny 79 d.C., dizia que o pêssego tinha sido importado pelos romanos, da Pérsia, pouco tempo antes daquela data. Mas Vergil - príncipe dos poetas latinos - (79 - 19 a.C) foi,provavelmente, a primeira referência na literatura romana. Segundo este autor, havia na época seis variedades de pêssego. A primeira, a que ele se referia como "Persian apple", (sob o termo maçã foi incluída uma variedade de frutas); a segunda é o "duracimus", onde estariam os melhores frutos; a terceira e quarta são ´Gallic` e ´Asiatic`, distinguidas pelos nomes dos países de origem. As últimas duas variedades de Pliny são a "supernatia", que veio do país dos Sabinos, e a "popularia", que crescia em qualquer lugar.

Embora os mouros tenham, possivelmente, introduzido esta espécie no norte da África e na Espanha, a sua disseminação pelos países mediterrâneos deveu-se principalmente aos romanos.

Na América continental o pessegueiro chegou com os conquistadores espanhóis do México, e na Flórida em 1565, com a fundação St. Augustine. Os portugueses provavelmente introduziram esta espécie na costa leste da América do Sul. "Land races" de pessegueiros desenvolveram-se por toda América do Norte e do Sul, inclusive os pessegueiros mexicanos conhecidos como "evergreen" que necessitam de pouco ou nenhum frio hibernal ou aqueles cultivados pelos índios Navajos em áreas remotas do Arizona . 

No Brasil, o pessegueiro foi introduzido em 1532, por Martim Afonso de Souza, com mudas trazidas da Ilha da Madeira e plantadas na Capitania de São Vicente, que corresponde ao atual Estado de São Paulo. Hoje São Paulo ainda é o segundo maior produtor do Brasil, precedido apenas pelo Rio Grande do Sul. A produção de Santa Catarina, entretanto, cresce a passos largos podendo em breve ultrapassar a produção paulista. Entretanto, foi no Rio Grande do Sul que o plantio de pessegueiros para fins industriais mais se desenvolveu no país. 

BENEFÍCIOS DO PÊSSEGO 

Rico em fibras, sais minerais (ferro, enxofre, iodo, fósforo, manganês e magnésio), vitaminas A, C, complexo B e B5. Regula o ácido úrico, atua no intestino preguiçoso dando bom funcionamento ao órgãos digestivos.

O pêssego também é uma boa fonte de vitamina C e pectina, trazendo os mesmos benefícios que a laranja e o kiwi; além disso, contém boa quantidade de vitamina A que auxilia em tratamentos relacionados à visão, melhora o funcionamento do sistema imunológico e, portanto, ajuda na prevenção de infecções.

O pêssego é fonte de minerais, como fósforo, magnésio, manganês, cobre, iodo e ferro. É também rico em fibras, carboidratos, e vitaminas A, C e do complexo B. 

100 gramas de pêssego fornecem, em média, 51,5 calorias.

O pêssego é recomendado para manter o bom funcionamento do intestino, combater ao reumatismo e para evitar problemas de pele e do sistema nervoso.

Ajuda a tratar de: Contusões, eliminação de toxinas, erupções na pele, fungos, intestino preguiçoso, pele cansada, problemas respiratórios, regularização do ácido úrico, tosse cardíaca. 

Fonte: Catálogo das Frutas (Embrapa) / As 19 frutas e seus benefícios / Wikipédia 

Artista da semana...Phil Collins


Philip David Charles Collins, LVO (Londres, 30 de janeiro de 1951), mais conhecido como Phil Collins, é um músico britânico. Foi baterista e vocalista da banda Genesis, mas também atingiu êxito na carreira solo. Também atuou em alguns filmes e programas de televisão. 

Phil Collins já colaborou com vários artistas conhecidos, como Bone Thugs'N'Harmony, Paul McCartney, George Harrison, Eric Clapton, Roland Orzabal, Jethro Tull, Robert Plant, Ringo Starr, John Lennon, Elton John, Mike Oldfield, Sting, Anni-Frid Lyngstad do ABBA, Mark Knopfler, Peter Gabriel, Bee Gees e Ravi Shankar. Fez uma participação especial em Woman in Chains, do Tears for Fears, também participou do álbum Break Every Rule de Tina Turner, tocando bateria em músicas como Typical Male e Girls, e também colaborou com a banda Led Zeppelin no Live Aid, tocando bateria. Também participou da música Home, do grupo de rap Bone Thugs'N'Harmony. 

Depois que Peter Gabriel deixou o Genesis em 1975, Collins assumiu os vocais. Esse foi o período de maior sucesso comercial da banda, que continuou através dos anos 80. Enquanto trabalhava tanto como vocalista quanto de baterista, dava os primeiros passos de uma bem-sucedida carreira solo. 

Com aproximadamente 150 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, Genesis é considerada uma das mais importantes bandas de rock de todos os tempos. 

E hoje,aos 61 anos, Phil Collins chegou a marca de 100 milhões de discos vendidos em carreira solo. 

É um pouco triste dizer que o músico está se aposentando para não voltar mais. Não é a primeira vez que anuncia algo do tipo, mas conforme as tentativas de enfim sair do mundo da música se repetem, é de se pensar que os problemas que Phil diz que ter persistam – até o ponto em que, a cada anúncio de fim, ele realmente possa estar falando sério. 

Em abril de 2008, Phil quis dar uma pausa para dedicar-se a uma coleção de memorabília, e no mês seguinte anunciou que não voltaria a cantar por problemas nas cordas vocais. No ano seguinte, disse que não poderia mais voltar a tocar bateria, mas em 2010 acabou lançando mais um disco e em 2011, seus produtores informaram que ele seria pai em tempo integral. Agora, são todos os motivos juntos.

Phil ficou conhecido principalmente pelo seu trabalho com o Genesis, banda em que inicialmente tocava bateria e após a saída de Peter Gabriel, assumiu os vocais. Os anos de dedicação à música podem ter sido agradáveis, mas por qualquer que seja o motivo, seu corpo já está pedindo descanso. Em entrevista à revista Rolling Stone, o músico assumiu que não tem planos de voltar a compor e tocar. 

São 61 anos de vida e 40 de carreira, que resultaram em cordas vocais danificadas e perda de audição. Numa cirurgia em uma das vértebras próximas à nuca, na coluna vertebral, acabou perdendo a sensibilidade nos dedos e já não conseguia mais tocar como antes. 

Na entrevista, Collins disse:”Eu não pretendo tocar mais, e eu não pretendo particularmente voltar a escrever. É como se eu tivesse colocado esse lado da minha vida em espera porque eu sinto que ganhei essa oportunidade de não fazer nada. E eu tenho crianças pequenas, então eu não acho que vou continuar na estrada e terminar essa viagem.” 

O modo com está tocando agora também não agrada o músico, talvez um pouco perfeccionista (ou já debilitado, mesmo, devido à cirurgia na coluna ou derivados): “Eu não posso tocar como costumava. E não quero ir lá e fazer um trabalho meia-boca. Eu não quero ser uma sombra do que era antes, então eu meio que parei de viver do passado”. 

Para os fãs do Gênesis que esperavam alguma reunião clássica, a notícia também não é muito boa. Com Peter Gabriel relutante em voltar ao grupo, as atividades da banda provavelmente ficarão paradas por tempo indeterminado. 

Vale muito a pena conferir a discografia e curtir os grandes sucessos,tanto do Genesis,quando da carreira solo de Phil. 

Curtam agora “Against All Odds”,umas das minhas favoritas e,se puder,vejam o filme “Against All Odds"(Paixões Violentas), lançado em 1984, teve a canção indicada ao Oscar em 1985 (infelizmente não ganhou),e narra a história de um ex-jogador de futebol americano (vivido por Jeff Bridges),que é contratado por um gangster para encontrar sua amante que fugiu para o México. Após encontrá-la, surge um sentimento de paixão e vingança. 

Grande abraço e até semana que vem. 



Long Live,Rock’n Roll \o/ 



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