9 de julho de 2012

Segunda Saudável: Manga

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A manga é de origem asiática. Na Índia, é considerada rainha das frutas. Lá existem mais de 500 variedades da fruta. Sua cultura espalhou-se nas regiões tropicais e subtropicais, onde teve fácil adaptação. Existem inúmeras variedades dessa fruta, que é mais uma dádiva da natureza do Brasil.

Temos mangas ricas em nutrientes, de excelente sabor e muito bonitas. Hoje temos no Brasil cultivo de mangas que são exportadas e muitos desses cultivos estão no Nordeste, ao longo do Rio São Francisco. Seu valor nutricional é muito elevado, por causa da sua composição.

100 gramas de manga contêm 63 calorias. A fruta possui as vitaminas A, B1, B2, B5, e C. Sais minerais: fósforo, cálcio, potássio, silício, magnésio e ferro, além de fibras e proteínas.

Considerada alimento e purificadora do sangue, uma manga madura fornece a um adulto toda a vitamina A de que ele necessita por dia, 1/4 das fibras e uma combinação de minerais e outros nutrientes muito importantes para as necessidades diárias do organismo.

Quando a manga não está totalmente madura, ela é rica em vitamina C, e quando madura é mais rica em vitamina A. É um poderoso antioxidante, capaz de combater radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento das células. É também um hidratante natural.

A manga é rica em pectina, uma fibra solúvel que pode apresentar efeito hipoglicemiante, por retardar a digestão do amido e de outros polissacarídeos. Dessa forma, a glicose vai sendo liberada do estômago para o nosso intestino de modo mais lento e, em consequência, a sua absorção também ocorre mais vagarosamente, evitando elevação muito rápida e intensa de glicose no sangue do diabético. Portanto, a manga é indicada no tratamento dos diabéticos.


Fonte: O Poder das Frutas / Whiplash

Anda da semana... Men At Work!

Hoje os Men at Work estão praticamente esquecidos, mas eles tiveram seus dias de glória como uma das maiores bandas dos anos 80. Com um som empolgante na linha de The Police, mesclando elementos pop, ska e reggae, o quinteto já era muito famoso na Austrália quando a CBS decidiu lançá-lo nos EUA em 81.

O primeiro álbum - Business as Usual - que contava com os hits "Who Can it be Now" e "Down Under", foi um sucesso tão grande que desbancou até mesmo o Thriller de Michael Jackson como o melhor disco de 82. Em 83, eles ganharam o Grammy de "banda revelação", além de realizar uma grandiosa turnê mundial para promover o novo álbum Cargo, outro estouro de vendas.

Porém, tão meteórica quanto a ascensão do grupo, foi a sua decadência. O frontman Colin Hay já não estava mais se entendendo com o baterista Jerry Speiser, e "sugeriu" que ele deixasse o grupo. Em solidariedade a Speiser, o baixista John Rees foi junto. Mesmo desfalcada, a banda ainda produziu um outro disco, Two Hearts. Esse encalhou nas prateleiras, e foi e a gota d'água para a saída de Ron Strykert e Greg Ham. Hay contratou outros músicos e tentou seguir adiante com a banda, mas ele logo viu que o melhor era iniciar carreira solo. Foi o fim do Men at Work.

Ou parecia ser. Em meados dos anos 90, Hay e o instrumentista Greg Ham se reaproximaram e tiveram a idéia de gravar um disco ao vivo no Brasil, onde eles têm um de seus públicos mais fiéis. O resultado foi o ótimo Brazil, que vale como um tributo ao passado dos Men at Work. Mas se eles ainda têm futuro como uma banda, isso só o tempo dirá. Mas suas músicas com certeza marcaram uma década e deixaram sua marquinha na história da música.

Fiquem agora com umas das minha favoritas...”Down Under”. Grande abraço e até semana que vem.


Long Live, Rock’n Roll \o/

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