3 de setembro de 2012

Segunda Saudável: Murici

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Os muricis do Brasil são muitos e variados, sendo plantas da família botânica das Malpiguiáceas, à qual também pertence a reputada e vitaminada acerola. Originárias das terras americanas, essas plantas podem ser encontradas por todo o continente e são designadas popularmente, em suas regiões, pelo mesmo nome genérico de murici.

Para demonstrar a grande dispersão dessa frutinha no Brasil, basta verificar a quantidade de localidades batizadas com o seu nome de Murici uma ponta a outra do território nacional. Apenas como exemplo, elas podem ser encontradas desde o Paraná, onde se localiza a Colônia Murici no município de São José dos Pinhais, até Alagoas, onde fica a Estação Ecológica de Murici, no município do mesmo nome, passando pelo município de Murici dos Portelas, no sertão do Piauí.

Grande parte dos muricis é espontânea em praticamente toda a Amazônia e nas áreas remanescentes de Mata Atlântica, onde espécies de porte arbustivo ou arbóreo podem ser encontrados em abundância. Na época da frutificação, a mata verde fica salpicada pelo amarelo da fruta. Mas os muricis não são exclusivos da floresta, sendo, alguns deles, frequentes nas regiões serranas do Sudeste, nos sertões nordestinos, nos cerrados de Mato Grosso e Goiás e no litoral das regiões Norte e Nordeste do país.

Em suas diferentes variedades, os muricis distinguem-se, também, pela coloração das flores e pelos locais onde preferem nascer. Entre tantos outros, podem ser listados: o murici-amarelo, o murici-branco, o murici-vermelho, o murici-de-flor-branca, o murici-de-flor-vermelha, o murici-de-flor-amarela, o murici-da-chapada, o murici-da-mata, o murici-da-serra, o murici-das-capoeiras, o murici-do-campo, o murici-do-brejo e o murici-da-praia.

Conhecido e muito utilizado pelos indígenas nativos desde bem antes da chegada dos europeus à América, tudo leva a crer que foi esse murici mais comum que o viajante Gabriel Soares de Souza encontrou pela primeira vez na Bahia, ainda na metade do século 16. Em sua descrição, ele informa que se tratava de árvore pequena e muito seca que, nascendo em terras fracas, fornecia frutos amarelos e moles, menores do que as cerejas, comestíveis e de sabor e cheiro semelhantes aos do “queijo de Alentejo”.

Entre as frutas regionais brasileiras que costumam aparecer nos pregões matinais dos vendedores ambulantes – em especial, nas capitais da região nordeste – este murici, certamente, tem um lugar de destaque. E, na época da frutificação, ele ocupa espaço equivalente ao destinado à venda de frutas tão importantes como a graviola, o jambo, o caju e a pitomba.

Renato Braga, citado por Pimentel Gomes, faz uma referência as variadas utilidades que o brasileiro aprendeu a dar ao fruto do murici, muitas delas comuns desde tempos bastante remotos. De acordo com ele, no Nordeste, um dos usos mais comuns para o fruto do murici é o preparo de uma “gororoba muito rica em gorduras e de alto teor nutritivo conhecida como cambica de murici“. O fruto, quando amassado em água, desprende facilmente “a massa carnosa que, dissolvida, é misturada com farinha, adoçada ou não, constituindo-se em um dos recursos alimentares mais importantes para a pobreza dos tabuleiros praieiros“. Além disso, esse primeiro amassado, um pouco mais diluído em água e sem farinha, transofrma-se em gostoso refresco, sendo ingrediente para excelentes sorvetes e doces requintados.

A casca do fruto do murici é, em geral, rica em tanino, sendo costume utilizá-la em curtumes e com adstringente na medicina popular. Além do uso alimentar, os frutos carnosos são também usados no auxílio ao combate de diarréias e na aromatização de aguardentes de cana.

Fonte: Poder das Frutas / Wikipédia

Banda da semana...Muse!


Muse é uma banda de rock britânica de Teignmouth, Devon, formada em 1994. Seus membros são: Matthew Bellamy (vocal, guitarra e piano), Christopher Wolstenholme (baixo, voz secundária e teclado) e Dominic Howard (bateria e percussão).

O estilo de Muse é um misto de vários gêneros musicais, incluindo rock alternativo, música clássica e eletrônica. O grupo tornou-se, em 16 e 17 de junho de 2007, a primeira banda a lotar o recém-construído Estádio de Wembley em Londres.

A discografia da banda abrange cinco álbuns de estúdio: Showbiz, lançado em 1999, seguido de Origin of Symmetry em 2001 e Absolution em 2003. O álbum de maior sucesso foi Black Holes & Revelations (2006) que garantiu ao grupo uma nomeação para os Mercury Prize e o terceiro lugar na lista de "Álbuns do Ano" da NME para 2006.A banda lançou seu quinto álbum em setembro de 2009, intitulado The Resistance. Um sexto disco, intitulado The 2nd Law, teve seu lançamento confirmado para outubro de 2012.

Muse conquistou vários prêmios ao longo da sua carreira, incluindo cinco MTV Europe Music Awards, cinco Q Awards, nove NME Awards, dois Brit awards, quatro Kerrang! Awards e um American Music Awards. Foi nomeado para três prêmios Grammy, ganhando o prêmio de Melhor Álbum de Rock por The Resistance.

Em meados de 2012, a banda já tinha vendido mais de 15 milhões de cópias em todo o mundo.

Curtam agora um dos seus maiores sucessos e uma das minhas favoritas...”Uprising”. Grande abraço e até semana que vem.



Long Live, Rock’n Roll \o/

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