6 de fevereiro de 2012

Segunda Saudável: Graviola

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A graviola foi uma das primeiras frutas da américa tropical a ser conhecida pelos colonizadores espanhóis e difundida para outras regiões do mundo. Data do início do século XVI as primeiras referências à espécie, à época considerada como sendo originária das Antilhas, e já cultivada pelas culturas pré-colombianas na costa peruana. No Brasil, foi introduzida pelos portugueses, também no século XVI.

É uma fruta tropical importante, de grande destaque nos mercados frutícolas da América do Sul, América Central e Caribe, o que justifica sua inclusão no rol das frutas tropicais brasileiras de alto valor comercial. Na América do Sul, o maior produtor é a Venezuela, com mais de mil hectares de área plantada com a espécie. Outros dois importantes países produtores são Porto Rico e Costa Rica. No Brasil, a produção está concentrada nas regiões Norte e Nordeste, de onde grande parte é exportada para outras regiões.

O Ceará é o maior produtor brasileiro de graviola. A planta pertence à família Anonaceae, que congrega cerca de 75 gêneros e mais de 600 espécies. No entanto, apenas 4 gêneros produzem frutos comestíveis: Annona, Rollinia, Uvaria e Asimina. O Annona possui por volta de 60 espécies, sendo a graviola (Annona muricata L.) uma das frutas mais importantes desse gênero. A gravioleira é uma árvore de tronco reto, apresentando alta relação altura/diâmetro de copa, o que resulta plantas de porte alto, se seu crescimento não for controlado. Os produtores recorrem à poda dos ponteiros para reduzir essa relação e obter plantas de baixo porte, facilitando os tratos culturais e colheita. Quando adulta, alcança de 4 a 8 metros de altura, com tronco único e ramificação assimétrica. As folhas possuem pecíolo curto, são elípticas, medem de 14 a 16 cm de comprimento e de 5 a 7 cm na maior largura, com nervuras pouco perceptíveis.

O fruto da graviola é destinado na quase totalidade para a agroindústria visando obtenção de polpa, suco e néctar.

Por se tratar de uma fruta com riquíssima composição nutricional, a graviola apresenta inúmeras propriedades terapêuticas, podendo ser utilizada por completo. Aproveitam-se as folhas, as flores, os brotos, os frutos verdes ou maduros. Pode ser utilizada in natura, sob a forma de chás; preparada como cataplasmas que são sobrepostos diretamente nas afecções cutâneas e também em cápsulas que contêm os princípios nutricionais deste vegetal.

A graviola é rica em vitaminas B, C e E. Ainda quando verde é utilizada por algumas pessoas para combater diarréias e reumatismo. Uma das maiores descobertas sobre a graviola foi sua sensacional capacidade de agir contra as células do câncer, mostrando em testes em laboratório um potencial extraordinário.

Fonte: Wikipédia
Banda da semana...Gotthard!


Gotthard é uma banda Suíça, fundada em 1989 pelo vocalista Steve Lee e o guitarrista Leo Leoni. Seu som é fortemente marcado pela influência do Whitesnake. Gotthard também tem muita coisa de Deep Purple, Led Zeppelin, Aerosmith e Bon Jovi em seu som. E no meio desta mistura existe muita personalidade própria, criatividade e poder.

Ao longo da década de 90 a banda conseguiu atrair a atenção do mundo com seus riffs muitíssimo bem trabalhados, melodias quase perfeitas e sonoridade limpa, própria, cheia de personalidade.

Seu primeiro álbum, Gotthard, é uma porrada na face, por se tratar de um lançamento que ocorreu no início da década de 90, junto com a onda Grunge e tudo mais. O Hard já não tinha mais a força de antes, andava esquecido e abandonado pela mídia. Mas ainda sim Gotthard é repleto de músicas rápidas, agressivas, muito bem produzidas, e sem apelações ridículas, como as bandas mais famosas do gênero andavam fazendo naquele tempo. Este primeiro álbum permaneceu no topo das paradas suíças durante 15 semanas. O segundo disco, o Dial Hard, de 1994, seguia a mesma linha, e logo após seu lançamento a banda realizou uma extensa turnê por toda a Europa.

O terceiro disco, o G, trás sucessos como Sister Moon, Mighty Quinn (cover do Bob Dylan), e as baladas Let It Be e One Life, One Soul (esta última é talvez a balada mais perfeita que o Gotthard já compôs, uma faixa belíssima). O G ganhou status de platina, e permaneceu por várias semanas como o álbum suíço n.1 no Top 50 da Alemanha.

Em 1999 saiu o álbum Open, surpreendente, pois diferente de todos os outro era muito mais melódico, contido, lento. Um álbum só de baladas. Homerun, de 2001, aumentou ainda mais o prestígio da banda na Europa, efeito que foi sacramentado com Human Zoo, lançado em 2002.

Depois veio o Lipservice, em 2005. Alguns dizem que este é o melhor álbum do Hard Rock Moderno.

O Gotthard também lançou os discos Domino Effect (2007) e o Need To Believe (2009), que apesar de não apresentar nenhuma novidade sonora, nos mostram como a banda tem potencial criativo elevado, e qualidade sonora sobrando e caindo pelas bordas.

O Gotthard vendeu até agora 20 milhões de discos.

As baladas do Gotthard são poderosíssimas, muito bem compostas e produzidas. E não pense que você vai se enjoar tão fácil. Aqui está mais uma parte da magia desta banda. As melodias, mesmo sendo melosas e tudo, são pegajosas na media certa. E destaco a voz do Mestre Steve Lee, que era um sujeito para lá de versátil, podendo explodir os pulmões em músicas como Hush, mas capaz de sussurrar calmo e cristalino em All I Care For.

Fatalidade

Em 5 de outubro de 2010, Steve Lee faleceu em um acidente. Ele estava viajando de moto pelos EUA em companhia de alguns camaradas da banda e mais um monte de amigos.

Estacionaram para se equipar contra a chuva que havia começado a cair, e um trailler desgovernado bateu contra uma das Harleys, que acertou Steve em cheio. Ele faleceu no local. Mas dizem que fazer esta viagem era um dos maiores sonhos deles, então eu gosto de acreditar que ele faleceu feliz.

Não sei se a banda vai continuar, com algum outro vocalista (o que eu acharia errado), ou com outro nome e outro vocalista (o que seria bom e correto). Só sei que o mundo da música perdeu um grande cantor, uma da melhores vozes do Rock N' Roll dos últimos anos.

Fonte: Music Rock World

Curtam agora umas das minhas favoritas...Heaven!


Grande abraço e até semana que vem. Long Live, Rock n’ Roll. \o/


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