24 de novembro de 2014

Segunda Saudável: Óleo de Jojoba

Fonte: Curas Naturais
Espécie de arbusto, a Jojoba é nativa dos desertos de Mojave e Sonora. O óleo extraído desse arbusto, amarelo claro e sem cheiro, possui risco mínimo de alergias e é facilmente encontrado em casas de produtos naturais. Considerado um remédio natural, o óleo possui muitos benefícios e aplicações para a saúde e para a beleza.
 
Rico em nutrientes como o cobre, zinco, silício, iodo, vitamina E, ácidos e vitaminas do complexo B, o óleo é de rápida absorção pelo corpo, não deixando a pele oleosa após o uso. Durante séculos, os nativos americanos aplicavam o óleo de Jojoba como uma forma de tratamento para feridas e chagas, tornando-se importante para fabricantes de cosméticos nos anos 70 – época em que o óleo de baleia foi proibido.
 
Os benefícios para a pele
 
Por ter baixa toxidade, o óleo é indicado para eliminação de bactérias causadoras de inflamações na pele, ajudando ainda a combater reações alérgicas e irritações. O óleo pode ser usado ainda por aqueles que sofrem com as acnes, uma vez que ele é bactericida, alivia inflamações, mata fungos e micróbios, além de ajudar a diminuir a tão temida oleosidade da pele. Com o tratamento contínuo, o óleo pode ajudar ainda a diminuir a intensidade de psoríase, eczema, pé de atleta e verrugas.
 
Os benefícios para os cabelos
 
O óleo de jojoba é considerado um dos melhores remédios naturais para o tratamento da caspa e para estimular o crescimento dos fios, além de poder ser usado ainda para hidratar os cabelos. Aliado às massagens capilares, o óleo ajuda a eliminar o sebo que forma-se no couro cabeludo, liberando os folículos para a renovação dos fios, ajudando no crescimento.
 
O óleo é considerado um super hidratante, além de proteger contra as quebras, pois hidrata de forma eficaz. Para isso, coloque 3 gotas em um vidro de shampoo de, aproximadamente, 300ml.
 
Fonte: Benefícios Naturais / Revista Rolling Stones
 
 
 
As 100 Maiores Músicas Brasileiras: “A Banda” – Nara Leão
 
 
Apresentada em 1966 no II Festival de Música Popular Brasileira, da TV Record, pelo autor Chico Buarque e por Nara Leão, a canção terminou empatada em primeiro lugar ao lado de “Disparada”. Nara entrou em estúdio para gravar sua versão da música. Foi um fenômeno. A marchinha nostálgica e brejeira vendeu como nunca e a gravadora Philips mal conseguia prensar os discos, tamanha era a demanda.



Grande abraço e até semana que vem.
 
 

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